Mestre

"O discípulo não é superior a seu mestre, mas todo o que for perfeito será como o seu mestre". Lc¨6.40

O maior mestre é Jesus.

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segunda-feira, 30 de maio de 2011

Patologias da Sistema Muscular

Atenção nova postagem neste mês


NOTÍCIAS




Participe da Sessão Pôster do SEPAGE: envie seu trabalho até 6 de junho A Sessão Pôster é gratuita e aberta à participação de enfermeiros, cujos trabalhos devem trazer experiências de melhores práticas em Gestão de Enfermagem em suas instituições. As normas para inscrição dos trabalhos estão disponíveis. As inscrições para participar da Sessão Pôster são gratuitas. O autor deverá ler o regulamento, e se inscrever clicando aqui até o dia 6 de junho de 2011.

A divulgação dos resultados e premiação será realizada pelo coordenador da Comissão de Avaliação e ocorrerá no final do III SEPAGE: Seminário Paulista de Gestão em Enfermagem, nos dias 21 e 22 de julho, é um evento anual e gratuito organizado pelo COREN-SP, para oferecer aos gestores de Enfermagem dos serviços de saúde, abordagens teóricas e práticas de temas relativos aos modelos de gestão apropriados à realidade atual.

Os trabalhos premiados da Sessão Pôster receberão, de acordo com a ordem de classificação, uma única inscrição, respectivamente, no 14º CBCCENF - Congresso Brasileiro dos Conselhos de Enfermagem (em agosto, em Curitiba/PR); no 63º CBEn - Congresso Brasileiro de Enfermagem (em outubro, em Maceió/AL) e no II Fórum de Enfermagem do COREN-SP (também no mês de outubro, em São Paulo/SP).

As inscrições para o 3º S EPAGE em julho de 2011 já estão abertas no site do COREN-SP, clique aqui para ver a programação e fazer a sua inscrição! A comissão responsável pela programação espera contribuir para a atualização dos enfermeiros gestores, oferecendo subsídios para uma prática de excelência vislumbrando potencializar os resultados organizacionais.

O SEPAGE também busca compartilhar experiências e ampliar a rede de relacionamentos dos participantes do evento. A programação científica é estabelecida pelo Grupo de Estudos que integra o PGQ – Programa Gestão com Qualidade .

A edição 2011 contará com profissionais de reconhecido saber na sua programação científica, além de práticas de atividades gerenciais em modelos de gestão usados no dia a dia apresentados na Sessão Pôster. Será concedido um prêmio em reconhecimento às três melhores práticas inscritas. Destacamos ainda a realização da cerimônia oficial de entrega do Prêmio Gestão com Qualidade – Dimensão Hospitalar, edição 2011.



AGENDA COREN-SP



COREN-SP – PROGRAMA PORTAS ABERTAS (PPA)

PPA 144 - Gestão de Pessoas e sua Influência na Assistência de Enfermagem

Data: 08/06/2011

Horário: das 8h30 às 11h30

Público: Enfermeiros, Técnicos e Auxiliares

Inscrições pelo: http://inter.coren-sp.gov.br/node/1185



COREN-SP – PROGRAMA PORTAS ABERTAS (PPA)

PPA 145 - Cuidados Paliativos

Data: 08/06/2011

Horário: das 13h30 às 16h30

Público: Enfermeiros, Técnicos e Auxiliares

Inscrições pelo: http://inter.coren-sp.gov.br/node/1185



COREN-SP – PROGRAMA PORTAS ABERTAS (PPA)

PPA 146 - Oncologia

Data: 16/06/2011

Horário: das 8h30 às 11h30

Local: CEPROSIND - Rua Wladimir Pinto Ferraz, 250 – Pq. Ribeirão Preto – CEP 14031-440

Público: Enfermeiros, Técnicos e Auxiliares

Inscrições pelo: http://inter.coren-sp.gov.br/node/1185



COREN-SP – PROGRAMA PORTAS ABERTAS (PPA)

PPA 147 - SAE com Exercícios Práticos

Data: 16/06/2011

Horário: das 11h30 às 16h30

Local: CEPROSIND - Rua Wladimir Pinto Ferraz, 250 – Pq. Ribeirão Preto – CEP 14031-440

Público: Enfermeiros, Técnicos e Auxiliares

Inscrições pelo: http://inter.coren-sp.gov.br/node/1185



COREN-SP – PROGRAMA PORTAS ABERTAS (PPA)

PPA 148 - SAE - Com Exercícios Práticos

Data: 17/06/2011

Horário: das 8h30 às 11h30

Local: UNIARA - Av. Dom Pedro II, 660 - Centro - CEP 14081-040

Público: Enfermeiros, Técnicos e Auxiliares

Inscrições pelo: http://inter.coren-sp.gov.br/node/1185



COREN-SP – PROGRAMA PORTAS ABERTAS (PPA)

PPA 149 - Gestão do Serviço de Enfermagem

Data: 17/06/2011

Horário: das 11h30 às 16h30

Local: UNIARA - Av. Dom Pedro II, 660 - Centro - CEP 14081-040

Público: Enfermeiros, Técnicos e Auxiliares

Inscrições pelo: http://inter.coren-sp.gov.br/node/1185



EVENTOS CIENTÍFICOS COREN-SP



COREN-SP – III SEPAGE: Seminário Paulista de Gestão em Enfermagem

Data: 21 e 22 de julho de 2011

Público: Enfermeiros, Responsáveis Técnicos, Gestores, Gerentes e Diretores de Enfermagem

Inscrições: http://inter.coren-sp.gov.br/node/3804

Mais informações: pgq@coren-sp.gov.br



COREN-SP e AMB – Expo Enfermagem: I Feira Internacional de Produtos e Serviços para Enfermagem
II Fórum de Enfermagem do COREN-SP
I Fórum de Medicina da AMB

Data: de 4 a 7 de outubro de 2011

Local: Palácio das Convenções do Parque Anhembi – São Paulo (SP)

Público: Enfermeiros, Técnicos e Auxiliares de Enfermagem; Médicos; Graduandos de Enfermagem e Medicina

Informações e Inscrições: a partir de 1º de julho de 2011 via www.expoenfermagem.com


BOLETIM DE ENFERMAGEM



ANO I – NÚMERO 36 – 30/05/2011



Editor: Enfermeiro Roberto Canavezzi



robertocanavezzi@yahoo.com.br







Homem em foco



Brasil, Austrália e Irlanda foram pioneiros, no mundo, na decisão de criar políticas específicas para cuidar da saúde do homem. Afinal, os homens tendem a só procurar atendimento médico quando já existem problemas e, em geral, em estágio avançado de evolução. Eles representam menos da metade da população (93,39 milhões contra 97,34 milhões de mulheres) e têm hábitos de vida menos saudáveis: são um terço a mais de fumantes, o dobro de não praticantes de qualquer atividade física e vivem, em média, entre sete e oito anos menos do que as mulheres. São, ainda, as maiores vítimas e responsáveis da violência e mortes no trânsito (82%) registradas, conforme dados do MS de 2006, no País.


O sexo FRÁGIL



Por: Tiago Souza





Desde o nascimento, e em todas as faixas de idade, o homem é quem apresenta

mais fragilidades e quem mais morre. Elas (as meninas), já na gestação, são maiores e têm desenvolvimento mais rápido e menos complicações e, até à adolescência, crescem mais rapidamente do que os meninos começam a falar mais cedo e têm melhor desempenho escolar. Esse desenvolvimento mais rápido foi uma arma da natureza para garantir a permanência da espécie, pois mesmo quando gera nova vida, mais vulnerável, elas são mais resistentes.



No começo da idade adulta, em que os homens se tornam fisicamente mais fortes, é quando começam as mortes violentas (trânsito, homicídios) e, nesses casos, a maioria envolvida faz parte da população masculina. De cada cinco pessoas entre 20 e 30 anos que morrem, quatro são homens. Eles vivem em média 7,6 anos a menos que as mulheres, em todo o transcurso da vida. Apesar de todas essas evidências, o homem considera a mulher o sexo frágil e, devido a esse pensamento errado e preconceituoso, é que eles são objeto da maior taxa de mortalidade, seja na vida adulta, seja na terceira idade. As causas para isso são alimentação inadequada, sedentarismo e, principalmente, não realizarem ações preventivas, como consultas regulares para manutenção da saúde.



Mulheres, crianças e idosos são os que mais utilizam os serviços das Unidades

Básicas de Saúde (UBS). Os profissionais de saúde da atenção primária não estão acostumados a atender o publico masculino, e o fazem de forma inadequada, o que acaba afastando de vez os homens da UBS.



Entender a necessidade de realizar um atendimento diferencial é parte fundamental para melhorar a saúde do homem e, por consequência, da sociedade.



Existe uma falsa ideia de reduzirem os problemas de saúde do homem ao câncer

de próstata, mas os mitos em torno da doença e da sua prevenção são abordados ainda nesta edição. O importante é lembrar que, durante toda a vida, por razões diversas, eles apresentam taxa de mortalidade maior do que a das mulheres, seja por fatores biológicos, sociais, seja por preconceitos, por isso toda a rede da atenção primária à saúde tem que estar preparada para lidar com o verdadeiro sexo frágil... o homem.



Muitos problemas de saúde que são partilhados por homens e mulheres, tais como doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer, tendem a afetá-los mais cedo na vida. Existem certas condições que são exclusivas deles, e incluem-se aí os distúrbios da próstata (HPB, câncer), problemas testiculares e impotência.

Os homens também estão mais propensos a lesões, acidentes no trânsito e ao suicídio. Em geral, há mais mortes prematuras do lado do sexo masculino.

Apesar dos desafios para a sua saúde, frequentemente divulgados pelos meios de

comunicação, os homens tendem a ignorar sinais e sintomas, são menos propensos a visitar as UBS e podem ser especialmente relutantes em pedir ajuda quando vivem problemas emocionais.





Promoção e saúde





A mudança nos hábitos precisa acontecer em todos. Os profissionais da Estratégia Saúde da Família precisam se preparar melhor para atender o homem e promover a saúde dessa população. Pensar em um único modo para atender todo o Brasil é impossível.



A diferença na realidade de cada comunidade exige adaptações e sensibilidade

do profissional. Alguns lugares ainda sofrem com a subnutrição, mas o País precisa se preocupar, também, com a má alimentação. O excesso de peso e a obesidade são constatados, com maior frequência, nas Regiões Sul e Sudeste, as de mais elevadas faixas de renda. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, a PNAD 2008, o excesso de peso e a obesidade nos homens têm relação direta coma renda. As mulheres, independentemente da classe de renda e faixas de renda, têm os níveis de excesso de peso bastante parecidos.



O excesso de peso é maior nos homens entre 35 e 64 anos, com a tendência a diminuir a partir dessa idade.



Já entre as mulheres, o ganho foi notificado a partir dos 45 até os 74 anos. Evitar esse excesso não é questão estética, e sim de saúde, uma vez que está relacionado a infartos, diabetes e maior incidência dos cânceres de próstata, esôfago, pâncreas e intestino, que na população masculina se manifestam mais cedo e com mais frequência.



A atenção integral à saúde do homem passa também pelo planejamento familiar.

O SUS disponibiliza gratuitamente cirurgias como vasectomia (que interrompe a fertilidade masculina) nos casos indicados. É também de responsabilidade do homem a decisão quanto a não ter mais filhos. A orientação para melhor atender a todos passa pela qualificação do agente em conseguir atrair quem ainda tem resistência a frequentar as Unidades Básicas de Saúde.









Causas externas



O número de mortes por causas violentas que acontecem todos os anos no Brasil

equivale a uma guerra. No Vietnã, em 16 anos de guerra (1959-1975), morreram

46.370 soldados norte-americanos. O Brasil perde quase três vezes mais esse número de vidas a cada ano. As chamadas causas externas – acidentes e violência – somaram 133.644 óbitos em 2008, que representaram 12% do total de 1.066.842 mortes ocorridas no Brasil.



Os homens são os principais envolvidos e as principais vítimas desses óbitos de

causas externas. O número daqueles que perdem a vida é cinco vezes maior do que o número de mulheres. O sexo masculino representou 83% do total de mortes em acidentes e homicídios do País que poderiam ser evitadas.



Segundo o IBGE, a esperança de vida do sexo masculino atingiu 70 anos em 2009, contra 77 anos das mulheres.



A diferença é de sete anos a favor delas. Por conta da maior mortalidade dos homens e da maior longevidade das mulheres, existe a diferença na proporção de

homens em diferentes faixas etárias. Até os 24 anos, a pirâmide populacional mostra um superávit de homens.



A partir dos 25 anos, passa a existir um superávit crescente de mulheres, e só após os 77 anos, em média, quando iniciam as mortes femininas, as masculinas

ficam acima, para os sobreviventes.



O Censo 2010, do IBGE, indicou que, no geral, existem quatro milhões a mais de mulheres do que homens no Brasil e, se elas estivessem reunidas em uma capital brasileira, formariam o terceiro maior município do País, após São Paulo (10,6 milhões/hab.) e Rio de Janeiro (5,9 milhões/hab.).





Tome Nota

OS MITOS DA PRÓSTATA

Atender a população masculina representa, hoje, um dos maiores desafios para

toda a rede de Atenção Primária à Saúde no Brasil. Os homens têm menor expectativa de vida, são os que menos procuram as Unidades Básicas de Saúde, devido a hábitos sociais e culturais, e têm mais resistência ao contato com os agentes de saúde. A manifestação mais evidente dessa resistência, ou reticência, está representada no famoso “exame de toque” da próstata, usado para a detecção de problemas na glândula, mas que é motivo de piadas ou de temor pelo

que seriam os maiores beneficiados com um bom diagnóstico, os homens acima de 50 anos de idade. A rede da atenção primária precisa estar preparada para mudar essa realidade e saber que o contato com a população masculina precisa ser diferente, para evitar que os homens se afastem mais ainda da prevenção e manutenção da saúde.

Normalmente nas unidades de saúde, o grande público são as mulheres, crianças e idosos. Há, hoje, tendência a reduzir a saúde do homem a problemas relacionados à próstata e à potência sexual, mas os dois maiores “vilões” da saúde do gênero Masculino continuam sendo as mortes por problemas cardiovasculares e por causas externas, como violência e acidentes. “As campanhas de prevenção são, normalmente, dirigidas a mulheres. A do câncer de mama virou até marca. Acho que precisa, agora, campanhas direcionadas aos principais problemas do homem”, acredita Walter Costa, 39, médico de Família e Comunidade paraense que atende na UBS do Parque Arariba, no Bairro Campo Limpo, em São Paulo.

Além da resistência natural por se considerar “o sexo forte”, a saúde do homem

ainda é cercada por desinformação e, quando procuram o serviço de saúde, muitas vezes, os pacientes chegam com informações erradas ou pedem exames desnecessários.

“A questão da próstata é cercada de mitos e, socialmente, é tratada como piada, mas é um assunto sério que deve ser discutido seriamente. As UBS têm que fazer grupos educativos da saúde do homem”, defende Walter, que, no dia a dia, lida com a realidade de que o que mais mata não é a próstata.

Os grupos de discussão propostos são para ampliar o cuidado com a saúde como

um todo e exercitar nos homens a atenção aos sinais do corpo.

Outra realidade enfrentada são pessoas que procuram as unidades de saúde para solicitar teste sanguíneo como alternativo ao exame de toque. O teste de antígeno prostático específico (PSA, na sigla em inglês) ainda não tem evidência suficiente para ser realizado como teste de rastreamento, para homens assintomáticos acima de 50 anos. Entre outros problemas, o teste apresenta alta taxa de falso-positivo, superior a 2/3. Se o PSA está alto, sugere doença prostática, e não, necessariamente, câncer de próstata. Além disso, o teste de PSA não vai, por si só, distinguir entre tumores agressivos que estejam em fase inicial (e que se desenvolverão rapidamente) e aqueles que não são agressivos.

A realização ou não do exame de toque e/ou do PSA deve ser decidida individualmente, de acordo com a história e as queixas de cada paciente e de forma compartilhada entre ele e o médico.

Nenhum país do mundo indica exames de rotina na próstata para quem não tem

sintoma, é uma preocupação que pode ser evitada e transferida para os problemas que mais atingem a população masculina. Exercício, alimentação adequada e monitoramento dos níveis de açúcar e gordura do organismo são maneiras mais eficientes e com resultados diretos na saúde. O Ministério da Saúde brasileiro, baseado nas principais pesquisas realizadas no mundo,

faz parte dos países que não recomendam o exame de próstata periodicamente.

É importante ficar atento aos sintomas e ao fato de a próstata ser mais um mito que realidade.

Existem ainda fatores genéticos, étnicos e de hábitos alimentares que influenciam

na ocorrência do câncer de próstata, o que impede que se crie um padrão. Por isso a importância de ficar atento aos sintomas e ver que a saúde do homem é mais do que apenas a próstata.

A saúde do homem passa, principalmente, pela melhoria da qualidade de vida e não se restringe somente à próstata. Comer menos gordura, por exemplo, diminui as chances de infarto, que é a principal causa de morte nos homens brasileiros. Ir, regularmente, à Unidade Básica de Saúde e ficar atento a sintomas de doença são maneiras de viver mais e melhor. O preconceito precisa acabar e a educação e o vínculo são uma das formas de se conseguir uma sociedade mais saudável.



Próstata



A próstata é uma glândula que se localiza próxima à uretra masculina. Está presente somente nos homens e possui a função de produzir um líquido que se mistura aos espermatozoides, produzidos nos testículos, e também a outro líquido que vem das vesículas seminais, para formar o sêmen.



Inflamação



Não é incomum a ocorrência de inflamação na próstata, que pode ser aguda ou crônica.

Nesse quadro, os principais sintomas são mal-estar e descarga uretral.



Alterações



A alteração mais frequente que ocorre na próstata é o aumento crônico de tamanho (hipertrofia). Esse quadro ocorre mais comumente nos últimos anos de vida e vem acompanhado de dificuldade para urinar e retenção de urina. Nos quadros mais graves, é necessário extraí-la por meio de procedimento cirúrgico.



Câncer



Um problema que pode ocorrer, principalmente, nos homens de idade mais avançada é o câncer de próstata. Na maioria das vezes não é agressivo, e o tratamento não invasivo, mas requer cuidados, pois se agressivo pode levar a óbito.





Sintomas de problemas na próstata:



1. Jato urinário enfraquecido.

2. Dificuldade para iniciar o jato.

3. Alteração da frequência miccional.

4. Urgência (dificuldade para retardar/prender a urina).

5. Frequentemente acordar à noite para urinar.

6. Jato urinário intermitente (para e recomeça).

7. Sangue na urina.

8. Dor e queimação para urinar

Obs.: o crescimento benigno da próstata é a causa, na maioria das vezes, para a dificuldade de urinar.



Hiperplasia benigna da próstata (HPB)



O aumento de uma próstata saudável acontece de forma lenta e gradativa. Ao crescer muito, a glândula comprime a uretra - canal por onde sai à urina e o esperma - causando a obstrução do jato de urina. O resultado é que a bexiga precisa aumentar o esforço para urinar. A evolução da doença, hiperplasia benigna da próstata, pode causar forte retenção urinária e a perda de urina à noite. Às vezes, acontece retenção urinária importante, e pode ser necessário esvaziar a bexiga com sondas. Podem também decorrer do aumento prostático complicações como pedras na bexiga, infecções urinárias, piora da função renal e perda de sangue pela urina.

A HPB: 1. Não pode ser prevenida e é comum aos homens com mais de 50 anos; 2. Não é câncer; 3. Pode não apresentar sintomas; 4. Pode causar problemas urinários; 5. Pode ocorrer HPB e câncer ao mesmo tempo.

Mais da metade dos homens com mais de 60 anos tem HPB e, aos 80 anos, 80% apresentam a doença. Pouco menos da metade dos homens com HPB apresenta algum sintoma da doença.



Taxas de mortalidade por câncer de Próstata, brutas e ajustadas por idade, pelas populações mundial e brasileira, por 100.000 homens, Brasil, entre 1979 e 2006.



DATAS


05.06 - Dia Mundial do Meio Ambiente

06.06 - Dia Nacional do Teste do Pezinho (instituído pela Lei nº 11.605/2007)


LIVROS



Abordagem Interdisciplinar do Idoso

Área: Geriatria e Gerontologia - Ano: 2010

Editora: Rubio

Autor: William Malagutti e Ana Maria Amato Bergo.

Sinopse



O objetivo deste livro, que reúne profissionais de variados segmentos, é fornecer uma contribuição a todos os leitores que se interessem pela área de Geriatria, para que, por meio de suas vivências e experiências com idosos, orientem profissionais de diversas áreas sociais, educadores, familiares e pessoas que pretendam trabalhar com esse grupo a se relacionarem com ele de maneira pontual e assertiva. O grande desafio na organização desta obra consistiu em reunir profissionais renomados de diferentes áreas geográficas do País, para, em uma visão interdisciplinar, mapear os problemas, as situações e as particularidades que permeiam essa população, nos contextos fisiológico, psicológico e social.



CINEMA

A Princesa e o Guerreiro

Ano: 2000

Gênero: Drama

Sissi (Franka Potente) é uma jovem enfermeira que leva uma vida pacata e devotada aos seus pacientes. Após ser atropelada por um caminhão ela é salva por Bodo (Benno Fürmann), um ex-soldado que foi o responsável pelo acidente. Ele faz uma traqueostomia e a leva para o hospital, desaparecendo em seguida. A enfermeira fica loucamente apaixonada, achando que encontrou seu príncipe encantado, e passa as semanas seguintes a procurá-lo. Quando finalmente encontra o rapaz, é rejeitada ¬ mas, como não desiste, descobre o passado sombrio de Bodo e seu mirabolante projeto: assaltar um banco em parceria com seu irmão Walter (Joachim Król).







HUMOR





ASNO

No Curso de Medicina, o professor se dirige ao aluno e pergunta:

- Quantos rins nós temos?

- Quatro! Responde o aluno

- Quatro? Replica o professor, arrogante, daqueles que sentem prazer em tripudiar sobre os erros dos alunos.

- Tragam um feixe de capim, pois temos um asno na sala. Ordena o professor a seu auxiliar.

- E para mim um cafezinho! Replicou o aluno ao auxiliar do mestre.

O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala. O aluno era Aparício Torelly Aporelly (1895-1971), o 'Barão de Itararé'. Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:

- O senhor me perguntou quantos rins 'NÓS TEMOS'. 'NÓS' temos quatro: dois meus e dois seus. 'NÓS' é uma expressão usada para o plural.Tenha um bom apetite e delicie-se com o capim.



Moral da História:



A VIDA EXIGE MUITO MAIS COMPREENSÃO DO QUE CONHECIMENTO.



Às vezes as pessoas, por terem um pouco a mais de conhecimento ou acreditarem que o tem, se acham no direito de subestimar os outros...

E haja capim!!!


NOTÍCIAS



Icesp cria ‘cardápio’ para controlar sintomas da quimio e radioterapia


O Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) acaba de disponibilizar gratuitamente um cardápio especial, que inclui preparações salgadas, doces e bebidas, voltado a pacientes em tratamento de quimioterapia.

O objetivo do cardápio é controlar ou minimizar os efeitos colaterais do tratamento do câncer e incentivar a alimentação dos pacientes, evitando perda de peso.

Alterações provocadas pelos tratamentos quimioterápicos, radioterápicos e de radioiodoterapia provocam variadas sensações desagradáveis, mas a alimentação pode ajudar no alívio destes sintomas. Por isso, a nova página traz instruções para preparar iguarias específicas para cada sintoma, indicando a melhor escolha para o paciente que, por exemplo, sente-se incomodado pela boca seca, náuseas ou dor para engolir.

Além das receitas, há dicas para controlar os efeitos colaterais. Náuseas e vômitos, diarreia, constipação, boca seca ou com feridas, dor para engolir, ausência ou alteração de paladar podem ser amenizados com informações simples e pequenas mudanças nos hábitos alimentares.

“O acompanhamento do médico e, em alguns casos, a prescrição de medicamentos para possíveis reações temporárias negativas é fundamental, mas, em conjunto com isso, o auxílio pode vir da cozinha de casa”, comenta Suzana Camacho, gerente do Serviço de Nutrição e Dietética do Icesp.

As receitas e dicas foram cuidadosamente elaboradas pela equipe do setor, que também comanda o projeto Cozinha Experimental. Uma vez por mês, acompanhantes têm aulas práticas com os profissionais e aprendem a estimular o apetite e levar bem-estar ao paciente por meio do sabor e dos benefícios da comida.

Além de nutricionistas, as oficinas incluem a participação de uma psicóloga, para que os acompanhantes sejam auxiliados a compreender o comportamento do paciente nesta fase do tratamento e desenvolver recursos de enfrentamento ao lidar com estes sintomas, e de uma gastrônoma, que promove o contato com o universo da gastronomia, mostrando como ela pode facilmente ser inserida em nosso dia-a-dia.

O cardápio que ajuda a controlar os sintomas está disponível em: www.icesp.org.br



DOE SANGUE



SALVE VIDAS



FRASES



“O que eu faço, é uma gota no meio de um oceano. Mas sem ela, o oceano será menor.”

Madre Teresa de Calcutá



“Um poder que se serve, em vez de servir, não serve”.



“Homens são anjos com uma só asa. Para voar, precisa grudar no outro”.



“O que não é teu, não é teu”.



N O T A S

Enfermeiro Roberto Canavezzi

Hipertensão - O Brasil possui, hoje, mais de 30 milhões de brasileiros com hipertensão arterial, que se não adotarem medidas adequadas para o seu controle estarão sujeitas a sofrer lesões importantes nos principais órgãos, como coração, cérebro, rins, olhos e artérias.

Glaucoma – Dados da OMS (Organização Mundial da Saúde) indicam que 65 milhões de pessoas foram diagnosticadas com glaucoma em todo mundo – dessas, 900 mil são brasileiras. Provocada pela elevação da pressão ocular, a doença pode levar à cegueira.

Anamnese – Sabe-se hoje que a anamnese, quando bem conduzida, é responsável por 80% do diagnóstico na clínica médica, liberando 10% para o exame físico e apenas 5% para os exames complementares.



Gripe – Os enfermeiros e demais profissionais de saúde foram incluídos no grupo prioritário para receber a vacina contra a gripe sazonal para não transmitirem a doença a quem procura os serviços de saúde.



Redes de Esgoto – Das 27 capitais brasileiras, somente sete têm mais de 80% dos seus domicílios conectados à rede de coleta de dejetos. Os centros com os maiores déficits nesse serviço estão nas regiões Norte e Nordeste.



Calvície Feminina – Existem vários motivos que desencadeiam queda de cabelos em mulheres: stress, desequilíbrio emocional, carência de ferro e uso de alguns medicamentos. A causa exata precisa ser investigada por um dermatologista.



Comida no Lixo – No mundo, é desperdiçado anualmente 1,3 bilhão de toneladas de alimentos, o equivalente a um terço da produção global.



ANOTE

I ENBRATE


I Encontro Brasileiro de Auxiliares e Técnicos de Enfermagem da ABRATE



De 16 a 19 de março de 2012



Tema Central – O profissional de enfermagem do século XXI:

Fatores essenciais para o sucesso.


Navio Costa Fortuna

Informações e Reservas:

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tel.: (11) 3111-2451

e-mail: aline@valenciaturismo.com.br



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